sábado, 28 de abril de 2012
Economia, Política e Religião: Artigo: Conversando sobre Ecoeconomia
Economia, Política e Religião: Artigo: Conversando sobre Ecoeconomia: Por Marcus Eduardo de Oliveira (*) A discussão em torno da necessidade de se obter a qualquer custo elevadas taxas de crescimento ec...
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Economia, Política e Religião: Artigo: PIB e bem estar
Economia, Política e Religião: Artigo: PIB e bem estar: Por Fernando de Aquino Fonseca Neto (*) A definição mais aceita de economia há muitas décadas seria de "ciência do bem-estar", o que j...
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Quanto custa uma dieta orgânica? Nós calculamos
Não
é novidade que o brasileiro está cada vez mais preocupado com a
qualidade de sua alimentação. Tanto que a demanda por alimentos
orgânicos só faz crescer por aqui. Pensando nisso, montamos uma dieta
orgânica para você saber de onde vem o arroz e o feijão que estão na sua
mesa.
Mais no Greenvana:
Frutas vermelhas mantêm o cérebro jovem, diz estudo
Curta 26 músicas que falam sobre o meio ambiente
Para
começo de conversa, é bom explicar o que significa cada dieta, já que
em muitos momentos leitores suscitaram dúvidas aqui no portal. As dietas
vegetariana, vegana e orgânica não são iguais, vejam só:
1) VEGANA: É a mais radical. Restringe qualquer alimento de origem animal. Ou seja: nada de carne, leite, ovos, queijo…
2)
VEGETARIANA ou VEGGIE: Somente a carne é proibida. Mas existem
variações: ovo-lacto-vegetariano, por exemplo, é aquele que não consome
nenhum tipo de carne, mas inclui ovos e derivados do leite em sua
alimentação Já o lacto-vegetariano ingere laticínios em seu cardápio.
3)
ORGÂNICA: Esta turma pode tudo, desde que os vegetais tenham sido
cultivados sem agrotóxicos ou pesticidas e a carne seja proveniente de
animais que não ingeriram hormônios e não foram tratados e abatidos de
forma cruel.
Para comparar o valor dos alimentos tradicionais com
os orgânicos, visitamos os sites dos supermercados Pão de Açúcar e Zona
Sul no dia 12 de abril. Abaixo, uma tabelinha bem direta. Veja e
surpreenda-se com o resultado.
Fonte: Supermercados Zona Sul e Pão de AçúcarAlimentos
orgânicos sempre sofreram com o estigma de serem careiros. A diferença
de aproximadamente R$ 18 em relação a convencional suscita a questão:
será que não vale a pena a pena pagar um pouco mais para comer saudável?
Queremos saber a sua opinião.
Quanto custa uma dieta orgânica? Nós calculamos
Não
é novidade que o brasileiro está cada vez mais preocupado com a
qualidade de sua alimentação. Tanto que a demanda por alimentos
orgânicos só faz crescer por aqui. Pensando nisso, montamos uma dieta
orgânica para você saber de onde vem o arroz e o feijão que estão na sua
mesa.
Mais no Greenvana:
Frutas vermelhas mantêm o cérebro jovem, diz estudo
Curta 26 músicas que falam sobre o meio ambiente
Para começo de conversa, é bom explicar o que significa cada dieta, já que em muitos momentos leitores suscitaram dúvidas aqui no portal. As dietas vegetariana, vegana e orgânica não são iguais, vejam só:
1) VEGANA: É a mais radical. Restringe qualquer alimento de origem animal. Ou seja: nada de carne, leite, ovos, queijo…
2) VEGETARIANA ou VEGGIE: Somente a carne é proibida. Mas existem variações: ovo-lacto-vegetariano, por exemplo, é aquele que não consome nenhum tipo de carne, mas inclui ovos e derivados do leite em sua alimentação Já o lacto-vegetariano ingere laticínios em seu cardápio.
3) ORGÂNICA: Esta turma pode tudo, desde que os vegetais tenham sido cultivados sem agrotóxicos ou pesticidas e a carne seja proveniente de animais que não ingeriram hormônios e não foram tratados e abatidos de forma cruel.
Para comparar o valor dos alimentos tradicionais com os orgânicos, visitamos os sites dos supermercados Pão de Açúcar e Zona Sul no dia 12 de abril. Abaixo, uma tabelinha bem direta. Veja e surpreenda-se com o resultado.
Fonte: Supermercados Zona Sul e Pão de AçúcarAlimentos
orgânicos sempre sofreram com o estigma de serem careiros. A diferença
de aproximadamente R$ 18 em relação a convencional suscita a questão:
será que não vale a pena a pena pagar um pouco mais para comer saudável?
Queremos saber a sua opinião.
Mais no Greenvana:
Frutas vermelhas mantêm o cérebro jovem, diz estudo
Curta 26 músicas que falam sobre o meio ambiente
Para começo de conversa, é bom explicar o que significa cada dieta, já que em muitos momentos leitores suscitaram dúvidas aqui no portal. As dietas vegetariana, vegana e orgânica não são iguais, vejam só:
1) VEGANA: É a mais radical. Restringe qualquer alimento de origem animal. Ou seja: nada de carne, leite, ovos, queijo…
2) VEGETARIANA ou VEGGIE: Somente a carne é proibida. Mas existem variações: ovo-lacto-vegetariano, por exemplo, é aquele que não consome nenhum tipo de carne, mas inclui ovos e derivados do leite em sua alimentação Já o lacto-vegetariano ingere laticínios em seu cardápio.
3) ORGÂNICA: Esta turma pode tudo, desde que os vegetais tenham sido cultivados sem agrotóxicos ou pesticidas e a carne seja proveniente de animais que não ingeriram hormônios e não foram tratados e abatidos de forma cruel.
Para comparar o valor dos alimentos tradicionais com os orgânicos, visitamos os sites dos supermercados Pão de Açúcar e Zona Sul no dia 12 de abril. Abaixo, uma tabelinha bem direta. Veja e surpreenda-se com o resultado.
domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Economia, Política e Religião: Crônicas sobre a corrupção (Parte 1): Os prejuízos...
Economia, Política e Religião: Crônicas sobre a corrupção (Parte 1): Os prejuízos...: A corrupção vem se constituindo como um mal crônico da sociedade brasileira. É reflexo de uma sociedade que vive um momento na qual os va...
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
A economista e socióloga Tânia Bacelar vai falar, durante o Congresso Internacional Virtual, sobre o desenvolvimento brasileiro e a inclusão socioprodutiva. A palestra estará disponibilizada no site do Congresso no dia 09 de abril
A socióloga e economista Tânia Bacelar de Oliveira, doutora em Planejamento e Organização do Território, fará palestra no Congresso Internacional Virtual Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva sobre o tema Desenvolvimento Brasileiro e Inclusão Socioprodutiva. “Vou dividir a apresentação em quatro momentos: conceitual; tendências recentes no Brasil; futuro do Brasil e desafios quanto à temática; reflexões finais”, explicou Tânia. Para a especialista, o Brasil pode se tornar uma potência mundial em breve se souber trabalhar a questão da inclusão no País e algumas dicas serão objetos de reflexão em sua palestra.
Quanto à abordagem conceitual, Tânia vai falar sobre a inclusão socioprodutiva que, para ela, é mais amplo do que a mera inclusão da vida econômica via mercado de trabalho. “Acesso aos serviços públicos básicos para as populações; Inclusão produtiva não só em empresas, mas inclusão produtiva em formas alternativas de produção, como a familiar, no caso da agricultura, como a produção dos autônomos, e, as mais recentes, como a economia solidária e popular“, explica.
Em relação às tendências recentes no Brasil, Tânia vai mostrar que o Brasil teve um desenvolvimento muito significativo no século XX, mas excludente. “O desenvolvimento econômico não dialogou com o desenvolvimento social”. Tânia explica que no Século XXI melhorou o ambiente macroeconômico, tem menos desequilíbrios, baixou a taxa de natalidade e melhorou a expectativa de vida. “Isso está dando um perfil diferente. O Brasil será cada vez mais um país de pessoas com mais idade”.
A socióloga aponta, também, que existe uma tendência quanto ao crescimento das cidades. “As médias estão mais dinâmicas, as grandes estagnaram e as pequenas estão perdendo importância na população do país. Outra coisa é que a ocupação era no litoral e, agora, tem a ocupação do centro oeste e oeste do Nordeste”.
Futuro do Brasil
“O desafio é menor do que já foi, mas ainda é muito grande”. Com essa frase Tânia pretende iniciar a parte final de sua apresentação. De acordo com Tânia, o ambiente atual ruim favorece países de desenvolvimento médio como China, Índia, Brasil, África do Sul e outros. “Mas não podemos tirar por menos essa crise e a possibilidade dela piorar o quadro mundial. Não tem só crise econômica, tem também mudanças dos paradigmas técnicos, por exemplo,paradigma eletromecânico para o elétrico. O Brasil tem dificuldade para lidar com tecnologias sofisticadas. O brasileiro tem baixa escolaridade frente ao cenário internacional, mas tem capacidade de adaptação fantástica. Requer investimento em educação e desenvolvimento científico e tecnológico. Estamos investimento pouco e devíamos investir nisso para a inclusão socioprodutiva”, explica.
A especialista alertou para a mudança do padrão energético, que está saindo da era do petróleo para a da energia renovável. De acordo com Tânia, o Brasil se sai bem nesse cenário diante da descoberta do pré-sal (liderança no fim da era petroleira) e pela abundância de recursos naturais (matriz energética mais diversificada). “Ambiente mundial é adverso, mas tem janelas de oportunidade para o Brasil. Inclusão socioprodutiva continua sendo um desafio importante, mas as janelas de oportunidade são interessantes. Temos um problema grande, mas dá para enfrentar. Brasil como uma das potencias no século XXI, mas temos que qualificar melhor esse sonho brasileiro”.
Congresso
O Ministério do Desenvolvimento Agrário do Brasil (MDA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) contam com sua participação no Congresso Virtual Internacional Reflexões para Rio + 20 Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva: o papel da Agricultura Familiar. Trata-se de um evento preparatório para reunir subsídios técnicos que fortaleçam posições institucionais junto a Conferência Mundial Rio + 20.
Os temas Economia Verde e Inclusão Socioprodutiva são destaques na programação com duas conferencias magnas. Serão também realizados fóruns com foco nos seguintes eixos temáticos: i) Desenvolvimento Rural Sustentável; ii) Recursos Naturais e Soberania Alimentar; iii) Produção e Consumo sustentável. Cada eixo terá rodadas de debates virtuais, com duração de uma semana e contará com a participação de dois palestrantes, dois comentaristas, um animador e um relator. Todas as atividades serão realizadas online.
Os resultados do Congresso serão consolidados em um informe técnico e uma revista especial que conterão a sistematização dos debates temáticos e as principais contribuições para a Rio + 20.
Mais informações: contato@congressorio20.org.br
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